Resenha: Novembro em Março

Estou há tempos tentando assistir a um show da Novembro em Março, mas, infelizmente, sempre acontece alguma bad que me impede de ir. A bad dessa vez foi o celular cair no dedo de pé e abrir perto da unha, mas a vontade de ir era maior que a dor e finalmente, ontem na final do concurso Os Cervejeiros, consegui acompanhar um show da banda.

Sobre o concurso
Não tenho a mínima ideia de como surgiu, nem como foram as inscrições, seleções, critérios e tals. Sei que essa já era a segunda edição. A primeira foi vencida pela banda Eccus. O concurso foi realizado exclusivamente no Dunluce, um pub estilo irlândes em São José dos Campos/SP.

As bandas
Confesso que devido ao pé machucado, nem fui assistir as três outras bandas participantes da final, só as ouvi. E apesar de não vê-las, creio não ter perdido nada. A primeira banda fez um show um pouco tedioso, pareceu o mais longo da noite. A segunda banda, bem, disseram que era ‘uma mulher sozinha’, mas se apresentou com banda (rs), fez o show para o maior público da noite e um monte de cover (achei demais, pensei que era um concurso para divulgar artistas independentes e tals). A terceira banda foi a Novembro em Março. A quarta e última banda, um representante do metal, teve o menor público da noite, porém não o menos animado. Cara, não sei nem os nomes das outras bandas, hahaha.

Novembro em Março
Uma vez ouvi a explicação do nome, mas não lembro agora, lembro de ser criativa. Apesar da banda ser nova, dos quatro integrantes, só não conhecia um. E o que não eu conhecia, Gabriel, foi uma boa surpresa. Ao sermos apresentados, ele pareceu com o Renato Russo que teria presença de palco igual a maioria dos baixistas, quieto no canto dele, distante, porém ele se movimentou bastante, cantou (sem microfone) em vários momentos, surpreendente. O baterista, David, tem música no sangue e mostra que se adapta muito bem a bandas de todos os estilos (já o vi tocando em outras bandas e cada uma com um estilo diferente). O guitarrista PG (aniversariante da noite), mostrou o porque foi eleito o melhor guitarrista do concurso ao executar com excelência as canções. Jean, vocalista de voz ímpar, mostrou que manda bem com o violão/guitarra também. Em certo momento viajei pra longe com o som, em outro escorreu uma discreta lágrima. A banda se apresentou bem no pequeno palco e o que mais me chamou a atenção foram os livros de enciclopédia usados para segurar o banner (não sei se seria esse o nome do fundo que a banda usa). Cada um foi um show, realizou de maneira brilhante sua parte na apresentação. Essa foi a única banda que eu fiz questão de assistir de pé, mesmo o problema no pé. E valeu a pena!

O vencedor, no caso, vencedora do concurso foi a ‘mulher sozinha’. O baterista da banda que a acompanhava estudou na mesma escola que eu e creio que no SENAI também. Outra surpresa, rs!

Apesar do desconforto físico, a noite foi muito agradável. Havia muito tempo que não eu fazia um rolê em terras joseense. O atendimento do pub não é lá essas coisas, mas ok. Foi muito bom rever a amiga Andressa (obrigada por me aturar a noite toda, rs) e outros pessoas queridas como Sette, Talita, Marquinho, Márcia (a mãe da Marcella, faltou ela lá), Dani, PG, Jean e David. (Espero não ter esquecido ninguém, hahaha)

Para saber mais sobre a Novembro em Março, curta a banda no Facebook, siga no Twitter e acompanhe no Youtube.

KEEP ROCKING!

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